A Amazfit hoje cobre praticamente toda faixa de preço de smartwatch, do modelo de entrada por menos de R$ 700 até relógios em titânio com bateria de um mês. Isso deixa a escolha do melhor Amazfit dependente do uso que você pretende dar ao relógio, não só do preço. Selecionamos cinco modelos que representam bem essa variedade, com critério de seleção baseado em bateria real, precisão de GPS e o que cada um resolve melhor dentro do próprio catálogo da marca.





Como escolhemos os produtos
O critério principal foi cobrir perfis de uso diferentes dentro do próprio catálogo Amazfit, sem repetir dois relógios para o mesmo tipo de comprador. Levamos em conta a autonomia de bateria declarada pelo fabricante, a presença de GPS dual-band ou multi-satélite e o material de construção, já que isso muda bastante entre as linhas Balance, Cheetah, Bip e T-Rex. Infelizmente não conseguimos testar todos os modelos pessoalmente, então parte da comparação de precisão de GPS vem de análises publicadas por Wareable e Notebookcheck, cruzadas com a ficha técnica declarada pela Amazfit.
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Amazfit Balance 2 — o mais completo do catálogo

- Balança de bioimpedância embutida no relógio
- GPS dual-band com mapas offline
- 21 dias de bateria em uso típico
- Vidro de safira resistente a risco
- Preço mais alto entre os modelos redondos da marca
- Caixa de 47mm pode ser grande para pulsos finos
O Balance 2 é o modelo que reúne mais tecnologia embarcada da linha atual, incluindo o sensor de bioimpedância que estima percentual de gordura e massa muscular direto no pulso, sem precisar de balança separada. O GPS dual-band com mapas offline atende bem quem corre e pedala, e a bateria de 21 dias deixa a recarga bem menos frequente que a média dos relógios com essa quantidade de sensores.
Amazfit Cheetah 2 Ultra — para quem corre trilha e ultramaratona
Já coberto em detalhe no ranking de relógios para corrida, o Cheetah 2 Ultra entra aqui como a opção mais resistente da Amazfit para quem sai da cidade. Caixa em titânio grau 5, vidro de safira e até 60 horas de GPS dual-band ligado fazem dele a escolha certa para provas longas em terreno difícil.
Amazfit Bip Max — o custo-benefício da linha atual
Já testamos o Bip Max em review completo por aqui: tela de 2,07 polegadas, 20 dias de bateria e GPS com mapas offline por menos de R$ 800. Para quem não precisa de bioimpedância ou caixa em titânio, é o Amazfit que entrega mais recurso por real gasto.
Amazfit T-Rex Ultra 2 — construído para ambiente extremo

- Resistência a 10 ATM, dá para mergulho livre até 30m
- Bateria de até 30 dias em uso normal
- Caixa reforçada testada para queda e lama
- Mapas offline e reroteamento automático em trilha
- Caixa de 51mm é grande até para pulsos robustos
- Preço mais alto que o Bip Max e o Balance 2
O T-Rex Ultra 2 é o relógio da Amazfit pensado para quem expõe o pulso a condições mais duras: lama, queda, água salgada e mergulho livre até 30 metros. A resistência de 10 ATM é maior que a de qualquer outro modelo desta lista, e a bateria de 30 dias acompanha bem quem passa dias fora da tomada em expedição ou trilha de vários dias.
Amazfit Bip 6 — a porta de entrada
Para quem está testando se gosta de usar smartwatch antes de investir mais, o Bip 6 cobre o essencial: GPS com mapas offline, tela AMOLED de 1,97 polegadas e 14 dias de bateria, tudo por menos de R$ 700. É o ponto de entrada recomendado para quem nunca usou um relógio com GPS.
Como escolher o certo para você
Se você quer o Amazfit mais completo sem se preocupar com o ambiente de uso, o Balance 2 entrega o pacote mais redondo. Para quem corre trilha ou expedição, o Cheetah 2 Ultra e o T-Rex Ultra 2 disputam pela resistência e autonomia, com o T-Rex levando vantagem em água e lama e o Cheetah em leveza e velocidade. Quem quer economizar sem abrir mão de GPS de verdade fica entre o Bip Max, mais completo, e o Bip 6, mais barato.



